quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Na dor


Na dor eu encontro o rancor...

Na dor eu encontro o amor, escondido, sufocado...

Na dor eu encontro o ódio, a tristeza, a injustiça, e a intolerância...

Na dor eu encontro famílias inteiras de gênios contrários...

Na dor eu encontro tudo aquilo que escondi de todos, inclusive de mim, durante uma vida e meia, porque uma vida já foi, resta meia...

Grão de areia



Ah pequenino...

Pobre sonhador...

Quisera tu um dia encontrar os teus...

E tornar-se parte do grande, do forte, da completude de alguma coisa...

Tu vigias aí no seu cantinho, aqueles que um dia como tu, promoveram-se ao pedaço de alguma coisa mais importante do que um grãozinho... de merda!

Raízes

Raizes essas que me abençoam, que me atordoam, que me renegam e que eu nego tanto...
Raízes não plantadas, nem cultivadas, mas tão presentes, no fim da existência cada vez mais, não fisicamente, mas nas respostas, no convívio oculto quase sempre presente.
Sem semente, ausente, quase sempre mente.
Raízes oriundas de sementes perdidas e esquecidas, que numa tentativa sofrida de obter alegria, só mente.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Não foi a mídia


Pela segunda vez na vida parei de fumar!

Ontem fez uma semana, e não é fácil, não é simples, é difícil, MUITO difícil.
Eu associei o cigarro aos melhores prazeres da vida, eu ainda não consigo imaginar como vai ser uma tarde de sol com churrasco, amigos, bebida e risadas sem o cigarro.

Não consigo me imaginar num barquinho com o vento na cara, rumo a alguma ilha paradisíaca, bebendo algo bem gelado sem um cigarro.

Sexta experimentei uma balada sem cigarro e foi péssimo, angustiante, estresse na escala 9, mas é porque faz só uma semana, tem que passar, vai ter que passar.

Eu NÃO comecei a fumar por causa da mídia, comecei porque um dia por brincadeira dei uma tragadinha e assim foram 15 anos, e nesses 15 anos a mídia também teve o seu poder de influência negativa, nem por isso eu parei, parei porque um dia acordei com nojo, tive um pesadelo horrível, onde pegavam 1 cigarro, cortavam em 3 partes e eu tinha que comer os cubinhos, vários, um atrás do outro...

Acordei enjoado e estou até hoje.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Um pouco abandonada.



Minha casa anda meio abandonada, e não é porque não gosto dela, é que o momento se faz necessário, é inevitável.

Isso faz a gente pensar na quantidade de coisas/pessoas que abandonamos no dia a dia, sem ter um motivo aparente, apenas porque as circunstâncias faz com que a gente faça algumas escolhas.

Quanto "as coisas", essas não se importam até onde eu sei, já as pessoas, sentem, cobram e no fundo estão certas (no ponto de vista delas), mas eu volto a repetir, as circunstâncias pesam e são muito pessoais, nem tento catequizar as pessoas, espero apenas que algum dias elas entendam.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

As mexericas do senhor reitor!

Eu odeio mexerica!

Quando estou com muita sede e encontro algumas assim, dando bola, eu até que fico facinho e acabo cedendo, do contrário, não me ofereça uma mexerica, senão eu descasco pra apertar a casca e disparar aquelas porrinhas que fazem o olho arder.

Eu não sei se gosto de mexericas, acabei de entrar em conflito.

domingo, 4 de maio de 2008

Como chove nessa porra!


Sexta a noite e decidimos ir pra Sorocaba encontrar com o pessoal.

Passamos no carrefour antes pra comprar umas coisinhas e pegamos uma puta chuva na castelo, daquelas de dar medo, olha que eu nem dirijo e como passageiro eu já estava no maior cagaço. rs

Chegamos lá a salvos, choveu a noite toda e no sábado pela manhã parou de chover, não esquentou, o sol apareceu só pra clarear, mas foi legal, chegaram algumas pessoas depois, rolou um churrasco, bebemos um pouco e a noite eu tava acabado, querendo dormir lá, mas tive que voltar.