Raizes essas que me abençoam, que me atordoam, que me renegam e que eu nego tanto...Raízes não plantadas, nem cultivadas, mas tão presentes, no fim da existência cada vez mais, não fisicamente, mas nas respostas, no convívio oculto quase sempre presente.
Sem semente, ausente, quase sempre mente.
Raízes oriundas de sementes perdidas e esquecidas, que numa tentativa sofrida de obter alegria, só mente.
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